Artigo

Vale Incubação

Esta medida pretende conceder apoios a projetos simplificados de empresas com menos de 1 ano na área do empreendedorismo através da contratação de serviços de incubação prestados por incubadoras de empresas previamente acreditadas.

Critérios de elegibilidade dos beneficiários do Vale Incubação (para além dos gerais):

  •  Não ter projetos aprovados nas prioridades de investimento referentes à área de Inovação produtiva PME;
  •   Corresponder a uma empresa criada há menos de 1 ano.

São suscetíveis de apoio os projetos de aquisição de serviços de incubação na área do empreendedorismo, imprescindíveis ao arranque das empresas, nomeadamente:

  • Serviços de Gestão (Apoio na definição/consolidação do modelo de negócios; Acompanhamento na gestão operacional do negócio (incluindo gestão comercial, planeamento financeiro e controlo de gestão) e Tutoria e capacitação na gestão);

 

  • Serviços de Marketing (Apoio na estruturação da estratégia de comunicação/marketing; Apoio na divulgação da atividade, produtos e serviços; Apoio na estruturação/consolidação do processo de internacionalização);

 

  • Serviços de Assessoria Jurídica (Assessoria e apoio jurídico);

 

  • Desenvolvimento de produtos e serviços (Apoio à digitalização de processos de negócios; Apoio à proteção/valorização de direitos de propriedade intelectual);

 

  • Serviços de Financiamento (Apoio a candidaturas a concursos de empreendedorismo e inovação; Apoio no contacto com investidores e entidades financeiras).

 

São beneficiários desta medida micro e pequenas empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica.

Incentivo: Incentivo Não Reembolsável (INR) 75% com limite de €5.000

(exceção dos incentivos a conceder pelo PO Regional de Lisboa, os quais são calculados através da aplicação, às despesas elegíveis, de uma taxa máxima de 40%  com limite € 5.000).

Poderão ser consultadas as especificidades do Vale Incubação nos artigos 19.º ao 38.ºda Portaria n.º 57-A/2015 de 27 de fevereiro. O Vale Incubação está integrado no Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo Qualificado e Criativo (Vale Empreendedorismo).

Concursos:

Está neste momento a decorrer o Aviso 20/SI/2017 ao Vale Incubação que permite a apresentação de candidaturas até 29 de setembro de 2017.

 

A ACIBA apoia as empresas na realização da sua candidatura, visando a obtenção de incentivos ao investimento e de adequadas fontes de financiamento.
Antes de se candidatar, consulte o regulamento e verifique as regras de acesso a este aviso.

Consulte-nos para mais informações sobre os Sistemas de Incentivos:

Telefone: 231 201 606
E-mail: geral@aciba.pt

Vale Indústria 4.0

Objetivos e prioridades

O aviso pretende disponibilizar às empresas portuguesas, através do Vale Indústria 4.0, a elaboração de um diagnóstico que produza um conjunto de recomendações que permitam às empresas a definição de um plano de ação conducente à digitalização dos processos, da interconectividade dos produtos e do ajustamento do modelo organizacional, de forma a anularem a barreira geográfica, utilizando as novas tecnologias. Esta iniciativa encontra-se alinhada com a estratégia definida na área da Indústria 4.0 do Programa Nacional de Reformas. Apoiar projetos simplificados de empresas na área da Qualificação e Internacionalização das PME promovendo a definição de uma estratégia tecnológica própria, com vista à melhoria da competitividade da empresa, alinhada com os princípios designada “Indústria 4.0” (Prioridade de Investimento (PI) 3.3 mencionada na alínea b) do n.º1 do artigo 40º do RECI).

 

Tipologia de projetos

Projetos individuais de empresas PME, que visem a aquisição de serviços de consultoria com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de tecnologias e processos associados à indústria 4.0.

 

Área geográfica

Regiões NUTS II do Continente

 

Âmbito setorial

Todas as atividades económicas tendo em consideração as restrições previstas no artigo 4.º do RECI.

 

Critérios específicos de acesso

– Corresponder a uma empresa com pelo menos 3 postos de trabalho, existente à data da candidatura; – Identificar consulta a pelo menos duas entidades acreditadas para este domínio de intervenção (“prestação de serviços na Indústria 4.0”), devendo a seleção da entidade encontrar-se concluída até à data da assinatura do Termo de Aceitação; – Não ter outras candidaturas aprovadas ou em fase de decisão nas tipologias de investimento “Qualificação PME” identificada, respetivamente, na alínea b) do n.º 1 do artigo 40.º do RECI e no Vale Incubação; – Comprometer-se a executar, o plano de inovação no âmbito da Indústria 4.0, no máximo de 12 meses a partir da data de assinatura do Termo de Aceitação; – Comprometer-se a apresentar informação, avaliando o serviço prestado pela respetiva entidade acreditada; – Comprometer-se a obter ou atualizar a Certificação Eletrónica no sítio do IAPMEI, para efeitos de comprovação do estatuto de micro, pequena e média empresa.

 

Taxas de cofinanciamento

Regiões menos desenvolvidas NUTS II (Norte, Centro, Alentejo e Algarve):

– Taxa base máxima de incentivo de 75% Região

NUTS II Lisboa – Taxa máxima de cofinanciamento de 40%

 

Forma e limite dos apoios

Incentivo não reembolsável limitando-se o incentivo a 7.500€ por projeto

 

Limite ao número de candidaturas

Cada candidato apenas pode apresentar uma candidatura

 

Dotação orçamental

4,2 M€ FEDER

 

Período de candidatura

De 09/08/2017 a 29/09/2017 (19 horas)

 

Data de Notificação da Decisão Final

10/11/2017

 

Consulte aqui o aviso:

Aviso N.º 19/SI/2017
ISO 9001 – 2015

Irá realizar-se no dia 06 de Julho de 2017 na EPVL – Centro de Formação o workshop de dedicado á qualidade.

Para mais informações:

Telefone: 231 209 920
Móvel: 913 401 539/963 222 250

Sessão do Programa Capitalizar

Sessão do Programa Capitalizar – 29 de junho, 17h00, Conservatório de Música de Coimbra

O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, e o Presidente do CEC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro, José da Silva Couto, têm a honra de convidar V. Exa. para a sessão do Programa Capitalizar, dedicada à divulgação das medidas e apoios disponíveis às empresas.
O evento realiza-se no dia 29 de junho, às 17h00, no Auditório do Conservatório de Música de Coimbra*.

A participação nesta sessão é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia aqui.
Agradece-se confirmação da presença até às 13h do dia 28 de junho

 

Programa
17h00 Abertura
Presidente do CEC/CCIC, José Silva Couto

 

17h15 Apresentação do Programa Capitalizar e estado de execução das medidas
Presidente da Estrutura de Missão para a Capitalização das Empresas, José António Barros

 

17h45 Debate e Questões da Audiência

 

18h45 Encerramento
Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral

Empreendedorismo e Inovação

O futuro nasce no presente.

Com o Prémio Empreendedorismo e Inovação Crédito Agrícola pretende-se contribuir para a disseminação da cultura de empreendedorismo e inovação nos sectores agrícola, agro-industrial e florestal em Portugal.

Focada em fileiras estratégicas para Portugal, esta 4ª edição do Prémio CA identifica, distingue e incentiva empresas e projectos que se destaquem nas seguintes categorias: Cereais, Floresta, Hortofruticultura, Produção Animal e Inovação em Colaboração.

Dedicada a projectos, a categoria Inovação em Colaboração requer a participação em Ateliers de Inovação, iniciativas organizadas pelo CA em parceria com a INOVISA que permitem que representantes de projectos de inovação adquiram e pratiquem ferramentas e boas práticas ao nível da estruturação e implementação dos seus projectos.

Em cada Atelier serão votados os 3 melhores projectos pelos próprios participantes dos eventos, sendo depois avaliados pelo júri, também responsável por avaliar as empresas candidatas às restantes categorias do Prémio CA.

Estão previstos 4 Ateliers de Inovação no primeiro semestre de 2017, distribuídos pelo território nacional, decorrendo a cerimónia de entrega de prémios no final do ano.

As inscrições terão de ser efectuadas até uma semana antes da data de realização do evento através do website “www.premioinovacao.pt” onde poderão ter acesso a mais informação.

Irá realizar-se no dia 27 de Junho no Luso tendo como finalidade o incentivo e apoio na inscrição de promotores/empresas/empreendedores/inovadores.

O tema “Floresta” estará na base das candidaturas elegíveis para apresentação dos seus projectos. Deverão encontrar-se em estado de desenvolvimento, assumindo um cariz inovador/diferenciador, acessível a puderem ser premiados.

Vale Indústria 4.0 – Acreditação de Entidades
O Vale Indústria 4.0 tem por objetivo promover a definição de uma estratégia tecnológica própria, com vista à melhoria da competitividade da empresa, alinhada com os princípios da designada ‘Indústria 4.0′.
Pretende-se com esta medida a transformação digital através da adoção de tecnologias que permitem mudanças disruptivas nos modelos de negócio de PME (como a contratação de sites de comércio electrónico ou softwares de gestão fabril a prestadores certificados). Estes vales têm o valor unitário de 7500 euros, deverão apoiar mais de 1500 empresas e representam um investimento público de 12 milhões de euros.

 

Critérios de elegibilidade dos beneficiários (para além dos gerais):

• Não ter projetos aprovados na mesma prioridade de investimento;
• No caso do Vale Inovação/Indústria 4.0, não ter projetos aprovados na prioridade de investimento Qualificação PME.

São beneficiários desta medida as PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica.

Incentivo Não Reembolsável (INR) 75% com limite de €7.500.

Poderão ser consultadas as especificidades do Vale Inovação nos artigos 40.º ao 58.º da Portaria n.º 57-A/2015 de 27 de Fevereiro.

O artigo 17.º, o RECI veio estabelecer um mecanismo de acreditação das entidades prestadoras de serviços no âmbito dos “Vales”, enquanto instrumento de transparência e promoção da qualidade do serviço prestado.

Para que as entidades consultoras venham a prestar serviços de assistência técnica às empresas, no âmbito do Vale Indústria 4.0, terão que se acreditar através de preenchimento de formulário próprio disponibilizado no site:www.poci-compete2020.pt/concursos.
Concursos:
Está neste momento a decorrer o Aviso 1/SI/2017  – Processo de Acreditação de Entidades para Prestação de Serviços de Inovação – Projeto Simplificado “Vale Indústria 4.0”. A apresentação de candidaturas poderá ser feita até 31 de março de 2017 (19 horas).

Formação-Acção “Melhor Turismo 2020”

A ACIBA – Associação Comercial e Industrial da Bairrada e Aguieira viu aprovada a sua candidatura ao Programa de Formação-Acção “Melhor Turismo 2020”, da responsabilidade do Organismo Intermédio da CTP.

O Melhor Turismo 2020 é um projeto co-financiado pelo Fundo Social Europeu e enquadra-se no Eixo III – Promoção da Sustentabilidade e da Qualidade do Emprego, na modalidade de Projectos Conjuntos, do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização das PME, do COMPETE 2020.

O Programa visa uma intervenção estruturada em conjuntos de PME às quais apresenta soluções comuns e coerentes face a problemas e oportunidades a explorar no quadro dessas empresas. Os objectivos gerais do Programa, entre outros, são os de aumentar a capacidade de gestão das empresas participantes com o objectivo de promover a reorganização, a inovação e a mudança, bem como a qualificação dos seus recursos humanos em domínios relevantes.

O programa visa, em suma, através da sua intervenção nas PME do turismo,  modernizar os modelos de negócio, a organização e as práticas de gestão; diversificar a oferta e contribuir para a afirmação de Portugal como destino turístico de referência; referenciar Portugal como destino reconhecido pela qualidade e excelência dos seus serviços turísticos.

No contexto da sua missão, a CTP estabelece como sua estratégia contribuir para a afirmação do sector do turismo no contexto da economia portuguesa, potenciando a sua capacidade de crescimento e o contributo do mercado externo.

A Estratégia de Acção do Melhor Turismo 2020 contempla no enunciado dos seus objectivos estratégicos os seguintes:

– Reforço da Competitividade e Internacionalização das Empresas do Turismo

– Capacitação, Formação e I&D+I em Turismo

O Plano Estratégico do Programa de Formação-Acção “Melhor Turismo 2020” apresentado pela CTP para o biénio 2015 – 2017 e aprovado pelo POCI, compreende princípios organizativos, etapas, público-alvo e modelo de intervenção.

O modelo organizativo do Programa de Formação-Acção da CTP prevê a implementação de três Eixos de intervenção. Cada um desses eixos assume propriedades organizativas diferenciadas e estabelece uma articulação específica com o quadro de objectivos contemplados pelo Programa e os temas que se lhe associam. Assim, o Programa compreende os seguintes domínios de aposta:

– Abordagem orientada para a qualificação das PME e dos seus trabalhadores em domínios de desenvolvimento de competências priorizados pelo exercício prévio de diagnóstico realizado em cada empresa e que, nessa medida, se acolham no plano de acção que orienta o Programa de Formação-Acção específico da empresa. Esta abordagem é denominada de Ciclo de Planeamento.

– Abordagem orientada para a capacitação dos gestores e das equipas de gestão das PME do sector. Neste âmbito, os projectos a apoiar centram-se no desenvolvimento de competências de gestão e, nessa medida, podem ter níveis de aprofundamento diferenciados em função da componente de diagnóstico. Estando presente, a componente de diagnóstico não assume um foco tão abrangente como no ciclo de planeamento. Esta abordagem é denominada de Ciclo de Gestão e desdobra-se em três vertentes mais específicas de acção:

– Reforçar a capacidade competitiva das empresas do sector através da capacitação nos diferentes domínios da gestão (Linha de Acção Competir Melhor);

– Apoiar estratégias de internacionalização de empresa, investindo na promoção de capacidades de gestão para a internacionalização (Linha de Acção Internacionalizar);

– Apoiar o empreendedorismo no sector através do reforço das capacidades de gestão no contexto de projectos de criação de novas empresas (Linha de Acção Empreender);

– Abordagem orientada para a qualificação das PME e dos seus trabalhadores em domínios de desenvolvimento de competências previamente identificados e que se alinham com as prioridades de desenvolvimento do sector. Neste caso, a vertente de diagnóstico tem um peso mais reduzido no âmbito dos projectos e estes são organizados por referência a instrumentos externos de planeamento. Nomeadamente, prevê-se o recurso mais directo aos referenciais de qualificação baseados em competência promovidos pela CTP para suportar a organização da formação. Neste ciclo, a dimensão de planeamento decorre, sobretudo, do investimento realizado ao nível dos instrumentos de âmbito sectorial e menos do planeamento incluído no próprio projecto. Este vocaciona-se, sobretudo, para assegurar a adequação das apostas formativas priorizadas ao contexto de cada empresa. Esta abordagem é denominada de Ciclo Temático.

O modelo de intervenção previsto privilegia, globalmente, a inovação face aos modelos tradicionais de formação no domínio da qualificação e requalificação de activos. Assim, o modelo de formação-acção proposto é orientado pela resolução de problemas concretos das empresas, ou seja, constrói-se em função da resposta a necessidades de evolução das empresas por contraponto à tradicional lógica de organização da formação a partir da mobilização de conteúdos formativos mais ou menos catalogados.

No âmbito do Programa “Melhor Turismo 2020”, procura-se consolidar o modelo de intervenção dando total centralidade à vertente de desenvolvimento de competências e valorizando a sua contextualização no ambiente de trabalho e na resposta aos problemas identificados. O reforço da integração entre as diferentes dimensões e etapas do processo constitui outro relevante atributo do modelo proposto.

O modelo de formação do Programa “Melhor Turismo 2020” assenta, assim, nas seguintes orientações fundamentais do ponto de vista da estratégia pedagógica:

– O princípio da estreita articulação entre as vertentes de diagnóstico, de planeamento, de formação e de avaliação;

– A centralidade da formação em contexto de trabalho;

– Uma distinção clara entre a formação e a consultoria;

– A integração entre as dimensões de formação e conselho no contexto de trabalho;

– A abordagem pelas competências no plano pedagógico, do diagnóstico e da avaliação, valorizando a óptica da resolução de problemas.

A conformidade da estratégia de acção a estas orientações deve estar presente na forma de organização dos projectos em termos de etapas e duração previstos dentro de cada Eixo de intervenção. Antecedendo a apresentação do modelo a adoptar em cada tipologia de programas, importa procurar clarificar o entendimento atribuído aos principais conceitos considerados na sua organização.


Todas as tipologias previstas se estruturam a partir das mesmas quatro etapas, embora assumindo diferenças no modo de desenvolvimento.

A etapa de diagnóstico procura situar os problemas que se colocam à estratégia de desenvolvimento da empresa consoante os seus objectivos estratégicos. No caso do Eixo 1 – Planeamento e do Eixo 2 – da linha de Acção Competir Melhor, o diagnóstico é cumprido de forma mais exaustiva e profunda na medida em que não existe um ponto de partida definido relativamente aos objectivos estratégicos da empresa. No caso do Eixo 2 – das linhas de Acção Empreender e Internacionalizar do Eixo 3, o diagnóstico é menos desenvolvido, servindo o objectivo de apoiar a identificação de necessidades de competências core e a formatação de projectos que resultam de uma opção estratégica, ainda que genérica, previamente definida.

A etapa do Plano de Acção estabelece o referencial estratégico do projecto formativo, definindo os problemas a resolver e os objectivos a atingir em termos de desenvolvimento de competências e de evolução organizativa e de performance da empresa. O Plano de Acção é, também, mais desenvolvido e detalhado no caso do Eixo 1 e do Eixo 2 da linha de Acção Competir Melhor uma vez que aqui se pressupõem a procura de uma resposta mais integrada aos problemas da empresa. No caso do Eixo 2 – das linhas de Acção Empreender e Internacionalizar do Eixo 3, o Plano de Acção foca-se na identificação do conjunto de competências e objectivos delimitados a partir do exercício de adequação da intervenção aos objectivos previamente estabelecidos.

A etapa da formação constitui o passo central do processo. No caso do Eixo 1 e Eixo 2 – da linha de Acção Competir Melhor, a formação pode organizar-se de forma mais aberta, ou seja, considerando como instrumento de apoio referenciais de competências já existentes, mas acolhendo, também, o desenvolvimento de mapas de competências especificamente considerados para dar resposta aos problemas identificados. No caso Eixo 2 – das linhas de Acção Empreender e Internacionalizar do Eixo 3, o planeamento da formação apoia-se, essencialmente, em referenciais de competências já estabelecidos, sendo excepcional o recurso ao desenvolvimento de referenciais próprios de cada projecto. Em todos os casos articula-se a formação em contexto de trabalho (incluída na componente de consultoria) com a formação em sala e outras formas alternativas de desenvolvimento de competências como Workshops, Seminários, entre outras.

A etapa de avaliação é transversal a todo o programa e dá resposta à necessidade de aferir o grau de realização dos projectos e o nível de resultados alcançados. Nessa medida, o exercício de avaliação assumido ao nível dos projectos foca-se na verificação do grau de cumprimento do plano de acção, nomeadamente no que se refere à realização das actividades previstas e ao desenvolvimento das competências identificadas.

No Programa de Formação-Acção “Melhor Turismo 2020” são consideradas Entidades Beneficiárias as micro, pequenas e médias empresas do turismo, integradas, nomeadamente, nas CAE 55, 56, 77, 79, 82, 91, 93 e 96 com menos de 100 trabalhadores.

Sem prejuízo desse n.º máximo, o Programa “Melhor Turismo 2020” considera as empresas até 10 trabalhadores e as empresas que têm entre 10 e 50 trabalhadores os seus principais grupos-alvo.

Concurso de Ideias Empresariais – InovStart

CONCURSO DE IDEIAS EMPRESARIAIS

O Concurso de Ideias Empresariais promovido pela ACIBA no âmbito do Projeto INOVSTART pretende fomentar e promover o espírito empreendedor, distinguindo jovens com ideias de negócio inovadoras com especial incidência nas de base cultural, criativa e tecnológica e promover projetos inovadores e/ou diferenciadores apoiando-os com vista à criação de novas empresas.

 

QUEM PODE PARTICIPAR

Jovens portugueses com idade mínima de 18 anos, possuidores de uma ideia de negócio que pretendam ver concretizada nos Concelhos da Mealhada, Mortágua ou Penacova.

As candidaturas podem ser individuais ou apresentadas por equipas até 5 elementos promotores do conceito a concurso. Pelo menos um dos proponentes deve ser obrigatoriamente estudante ou recém-diplomado há menos de 2 anos de qualquer Instituição de Ensino Superior ou Ensino Profissional.

 

COMO PODES PARTICIPAR

Para participares neste concurso, terás de entregar os seguintes documentos:

  • Ficha de Inscrição
  • Formulário de Candidatura
  • Cópias do C.C./B.I. e Cartão de Contribuinte (caso de ser possuidor de BI);
  • Apresentação da ideia em PowerPoint ou equivalente.

A submissão dos projetos poderá ser feita na sede da ACIBA sito no Espaço Inovação Mealhada, Avenida Cidade de Coimbra, N.º 51, Sala 1 – 3050-374 Mealhada, através do email c.ideias.inovstart@aciba.pt ou ainda através de envio dos mesmos por correio registado para a morada mencionada.

 

PRAZOS DE CANDIDATURA

Podes apresentar a tua candidatura de 12 de Dezembro de 2016 até 17 de Março de 2017.

 

SELEÇÃO E AVALIAÇÃO

A seleção e avaliação serão efetuadas em dois momentos:

1.ª Análise dos formulários de candidatura;
2.ª Entrevista com os empreendedores selecionados na 1ª fase (30min.)
– Apresentação “Pitch” da Ideia: 10min;
– Entrevista: 20min.

 

PRÉMIOS

Serão atribuídos prémios às três melhores ideias!
Para saberes mais detalhes sobre os mesmos basta consultares o regulamento do concurso.

Nota: Os prémios mencionados só serão atribuídos após a criação das empresas.

Para além destes prémios terás ainda acesso a apoio gratuito de consultoria especializada para te ajudar a concretizar a tua ideia de negócio.

Toda informação e documentação necessária para efetuares a tua candidatura está disponível em: www.inovstart.aciba.pt

DINAMIZAR | Formação-Ação para PME

A ACIBA – Associação Comercial e Industrial da Bairrada e Aguieira teve aprovada uma candidatura no âmbito da Competitividade e Internacionalização: Formação-Ação PME | DINAMIZAR, enquanto entidade promotora já com um grupo de empresas inseridas do setor do comércio e dos serviços.

O Projeto Dinamizar, incide sobre os fatores imateriais de competitividade das empresas, tendo como ponto de partida o reconhecimento de que as principais debilidades de que o tecido das micro e pequenas empresas do comércio e serviços sofre, estão relacionadas com a qualificação dos seus ativos e com aspetos organizacionais das mesmas.

São destinatárias do Projeto Dinamizar as empresas do sector do comércio e serviços, com número de trabalhadores igual ou inferior a 100 trabalhadores.

O Projeto prevê intervenções nas empresas ao nível da consultoria e da formação especializada para trabalhadores e empresários, mediante um diagnóstico e elaboração de planos de ação adaptados às necessidades das mesmas, na área temática de Desempenho Organizacional e Recursos Humanos, melhorando os níveis de qualificação e de desempenho organizacional das PME do comércio e serviços. Focando-se no seu funcionamento, gestão, comunicação e marketing, incidindo sobre o desempenho individual dos RH, aspetos organizacionais e de eficiência coletiva.

Projeto Formação-Ação QI-PME 2020

A ACIBA – Associação Comercial e Industrial da Bairrada e Aguieira teve aprovada a candidatura para Formação-Ação PME, no âmbito do COMPETE 2020: QI PME 2020.

Gerido pelo Organismo Intermédio CEC/CCIC, o Programa de Formação-Ação QI PME 2020 é co-financiado pelo FSE e enquadra-se na Prioridade de Investimento (PI) 8.5 do Eixo III do domínio da Competitividade e Internacionalização do Portugal 2020. Mais especificamente, é desenvolvido na modalidade Projetos Conjuntos do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização das PME, do COMPETE 2020.

Tem como objetivo específico intensificar a formação dos empresários e gestores para a reorganização e melhoria das capacidades de gestão, assim como dos trabalhadores das empresas, apoiada em temáticas associadas à inovação e mudança, através de:

Aumento da qualificação específica dos trabalhadores em domínios relevantes para a estratégia de inovação, internacionalização e modernização das empresas,

Aumento das capacidades de gestão das empresas para encetar processos de mudança e inovação,

Promoção de ações de dinamização e sensibilização para a mudança e intercâmbio de boas práticas.

São suscetíveis de apoio os projetos de formação organizados com recurso à metodologia de formação-ação, na modalidade de projetos conjuntos, tal como previsto na alínea j) do no 2 do artigo 42º do RECI.

Modelo de Intervenção

A formação-ação é uma intervenção com aprendizagem em contexto organizacional e que mobiliza e internaliza competências com vista à persecução de resultados suportados por uma determinada estratégia de mudança empresarial. Os tempos de formação e de ação surgem sobrepostos e a aprendizagem vai sendo construída através do desenvolvimento das interações orientadas para os saberes fazer técnicos e relacionais.

As ações de formação-ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

Programa

Considerando as principais tendências do sector industrial em Portugal e as características estruturais do tecido empresarial português, foram identificadas um conjunto de áreas temáticas a enquadrar nesta intervenção formativa com vista à mudança organizacional nas empresas. O objetivo é atuar ao nível da capacitação das empresas, dos seus colaboradores e empresários pela via da formação e consultoria, nas seguintes dimensões: condições, recursos, processos e resultados.


Organização e Gestão

Objetivos gerais:
Reforçar a competitividade e a capacidade de resposta das PME no mercado global, através da sua qualificação.

Linhas orientadoras:
Introdução de novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho, reforço das capacidades de gestão, estudos e projetos, redesenho e melhoria de layout, ações de benchmarking, diagnóstico e planeamento, melhoria das capacidades de desenvolvimento e distribuição de produtos, processos e serviços.

Público-alvo:
Micro, pequenas e médias empresas produtoras de bens e serviços transacionáveis e/ou internacionalizáveis ou que contribuam para a cadeia de valor dos mesmos. É dirigido especialmente àquelas empresas que, cumprindo os requisitos definidos, pretendam implementar ou apostar na inovação organizacional por via da aplicação de um novo método organizacional na prática do negócio ou na organização do local de trabalho.

 

Economia Digital

Objetivos gerais:
Inovação na área do marketing para reforço do posicionamento e notoriedade à escala global.

Linhas orientadoras:
Desenvolvimento de redes modernas de distribuição e colocação de bens e serviços no mercado; criação e/ ou adequação dos modelos de negócios com vista à inserção da PME na economia digital; presença na web; introdução de sistemas de informação aplicados a novos métodos de distribuição e logística.

Público-alvo:
Micro, pequenas e médias empresas produtoras de bens e serviços transacionáveis e/ou internacionalizáveis ou que contribuam para a cadeia de valor dos mesmos. É dirigido especialmente àquelas empresas que, cumprindo os requisitos definidos, pretendam a utilização de ferramentas sofisticadas de marketing para ampliarem a sua presença nos mercados.

Os projetos poderão ser desenvolvidos entre 2016 e 2018, com uma duração máxima de 24 meses, e de acordo com o seguinte padrão:

 

A componente de consultoria, independentemente da dimensão da empresa, funcionará sempre nas instalações do estabelecimento da empresa a intervencionar. Para as microempresas a componente de formação teórica funcionará exclusivamente em regime interempresas, com uma média de 2 formandos por empresa.Para as pequenas empresas a componente de formação teórica deverá ser, preferencialmente, ministrada em ambiente interempresa com a participação de até 3 trabalhadores e uma carga horária de 100 horas. Admite-se, justificadamente, que a componente de formação teórica seja ministrada em ambiente intraempresa com a participação de uma média de 6 trabalhadores e uma carga horária de 100 horas.A componente de consultoria, com um máximo de 3 trabalhadores (no caso da formação intra têm de ser selecionados 3 a partir do grupo intervencionado), tem uma carga horária de 100 horas.Para as médias empresas a componente de formação teórica deverá ser, preferencialmente, ministrada em ambiente interempresa com a participação de até 3 trabalhadores e uma carga horária de 150h Admite-se, justificadamente, que a componente de formação teórica seja ministrada em ambiente intraempresa com a participação de uma média de 8 trabalhadores e uma carga horária de 150 horas.A componente de consultoria, com um máximo de 3 trabalhadores (selecionados a partir do grupo intervencionado), tem uma carga horária de 125 horas.Todos os formandos da componente de consultoria têm obrigatoriamente que ter frequentado as componentes teóricas.

Na temática dirigida exclusivamente a empresários, a formação de cariz teórico será desenvolvida exclusivamente em ambiente interempresa e, desejavelmente, em grupos de 12 formandos cada. Por empresa, apenas poderá participar 1 empresário.

Atendendo aos percursos formativos (horas) diferenciados por dimensão de empresa, as entidades promotoras deverão, preferencialmente para cada temática (com exceção da temática Gestão Estratégica), alocar apenas empresas da mesma dimensão.

Caso tal não seja possível, atendendo ao número mínimo de 10 empresas exigido, então deverá ser estimado um número médio de horas em função do peso das empresas intervenientes.

O Modelo de Intervenção baseia-se no ciclo PDCA (PLAN – DO – CHECK – ACT), respeitando a ordenação lógica destas etapas e garantindo a constante monitorização do processo:

Diagnóstico e Definição do Plano de Ação:

Recorrendo à atividade de consultoria é efetuada uma avaliação das práticas correntes associadas à área de intervenção do Projeto e são identificadas as atividades-chave necessárias à concretização do mesmo. Em paralelo, é efetuado um diagnóstico formativo onde são identificadas as necessidades de formação da empresa, atendendo à caracterização dos seus Recursos Humanos, em termos de qualificações / níveis habilitacionais /competências detidas.

Com base nas informações recolhidas é elaborado um Plano de Ação, contemplando as vertentes de Consultoria e Formação (alinhados com a área de intervenção escolhida). São definidas com os responsáveis da empresa as medidas a implementar no horizonte temporal do projeto.

Implementação e Acompanhamento do Plano de Ação:

Constituição de equipas de trabalho que, em conjunto com os consultores, implementarão as medidas definidas nos Planos de Ação definidos no diagnóstico. São definidos os grupos de formação e ministradas as ações formativas definidas no plano.

Avaliação de Resultados/ Melhorias Implementadas:

Definição de momentos de regulação da execução (avaliação de resultados intercalares), para acompanhar e controlar o grau de implementação do projeto no que respeita às atividades formativas e de consultoria. No final do projeto, é feito um balanço do progresso/análise evolutiva da empresa e dos resultados efetivamente alcançados. Os resultados obtidos serão disseminados, permitindo assim uma experiência de partilha entre empresas e impulsionando e motivando a implementação de boas práticas.

 

Na temática dirigida exclusivamente a empresários, o modelo de intervenção dos projetos a é composto pelas seguintes etapas:

Diagnóstico de práticas de gestão: levantamento de situações – problema em qualquer domínio da gestão através da consultoria individualizada;

Definição dos objetivos de formação: discussão de problemas reais através da formação em sala;

Consultoria individualizada: implementação de ações de melhoria no contexto de trabalho através de aconselhamento específico.

Avaliação de resultados: melhoria de competências (empresário) e sua materialização nos resultados organizacionais (empresa).

 

Procedimentos