Artigo

Jantar Solidário de Apoio às Vítimas dos Incêndios

A Associação de Desenvolvimento da Rota do Azeite de Trás os Montes (RATM), realizou no passado dia 24 de Novembro, no Agrupamento de Escolas de Alfândega da Fé um Jantar solidário de Apoio às Vítimas dos Incêndios do dia 15 de Outubro. Este evento foi realizado pelos Grupos de Formação que está a decorrer na Associação, cuja entidade formadora é a empresa Profiforma que desde logo se associou a esta causa.

 
A ACIBA – Associação Comercial e Industrial da Bairrada e Agueira (Mealhada, Mortágua e Penacova), convidada para se juntar a esta nobre causa, não poderia deixar de aceitar este desafio e disponibilizou-se desde logo a servir de elo de ligação entre estas duas regiões, fazendo-se representar pelo seu Vice-Presidente, Cláudio Matos.

 
O Jantar contou com cerca de 200 participantes tendo-se angariado um donativo de cerca de 2.000,00€. Este valor será agora distribuído de forma o mais equitativa possível de forma a tentar minimizar necessidades provocadas pela tragédia do dia 15 de Outubro em Mortágua e Penacova, sendo certo, não serão distribuídas quantias monetárias. Assim, a quantia angariada servirá para comprar bens que se farão chegar às pessoas que deles necessitarem.

 
A ACIBA encontra-se a estudar a melhor maneira para de forma clara, transparente e equilibrada poder utilizar a verba angariada para ajudar quem mais precisa, existindo a promessa que no final existirá uma lista dos bens adquiridos, do valor gasto em cada um desses bens e a quem foram doados os bens adquiridos (sobre o anonimato para as pessoas que assim o pretenderem), lista esta que será tornada pública e entregue à RATM e Dra. Berta Nunes, Presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé, que sempre disponibilizou todo o apoio possível para esta missão.

 
A ACIBA orgulha-se de ter participado neste projeto com imenso sucesso e estará sempre disponível para colaborar com Associações e Instituições Públicas e Privadas em causas que contribuam para o desenvolvimento económico das regiões e em causas como estas, que contribuam para o bem-estar pessoal e social das pessoas.

 
A ACIBA aproveita ainda para agradecer a todos os intervenientes, Dr. Jorge Morais (Presidente da RATM), Dra. Berta Nunes (Presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé), Prof. Monteiro (Diretor do Agrupamento de Escolas de Alfândega da Fé), ao Dr. Alfredo Lopes (Profiforma), aos colaboradores do Agrupamento de Escolas que ajudaram na organização do evento e aos Formandos que tornaram tudo isto realidade. De forma mais destacada às Formadoras Elisabete Neves, Andreia Amaro e Sandra Camelo que foram incansáveis na dinamização do evento e as principais responsáveis por tudo, um forte agradecimento.

Indústria 4.0

A indústria vive um processo de mudança revolucionária: num futuro que já é presente, podemos esperar ver fábricas que operam como um único complexo integrado. Dispositivos de fabricação automatizada conectados, associados a um processo de negócios que controla o fluxo de materiais e logística.
A ligação destas fábricas inteligentes a um projecto assistido por computador permitirá que o fluxo de produção seja alterado à medida que o design do produto evolui ou incorpora novos produtos
Estas novas fábricas flexíveis podem ser conectadas ao site da empresa, ou podem receber informações diretamente dos pontos de venda.Os fluxos de produção e logística podem ser ajustados à procura e os produtos podem ser personalizados para atender a pedidos específicos dos clientes.
Com a crescente concorrência e procura dos consumidores por produtos inovadores estas fábricas flexíveis e escaláveis permitem respostas prontas às tendências emergentes.
Nestes novos espaços os recursos humanos ganham uma importância crescente. Libertos de processos mecânicos e rotineiros, a aposta crescente está na criatividade e no processo de adaptação inteligente e de procura constante de vantagens competitivas.
Esta descrição não é ficção, é um desafio a que as empresas portuguesas estão a responder de forma ativa e encontram nos instrumentos do COMPETE 2020 a alavanca ajustada. Num programa que aposta no crescimento inteligente e dinamiza a inovação disruptiva ou incremental as empresas encontram as respostas adequadas para um caminho que as conduzirá a uma nova forma de pensar a produção : uma lógica ciber-conectada.
A quarta revolução industrial, mais conhecida como “Indústria 4.0”, foi nomeada assim por um grupo liderado por empresários, políticos e académicos, que a definiram como uma forma de aumentar a competitividade da indústria alemã por meio da inserção de “sistemas ciber-físicos”, ou CPS, aos processos industriais. Noutras palavras, a Indústria 4.0 é o equivalente industrial da Internet das Coisas, a ideia de conectar toda sorte de objetos, de termostatos a torradeiras, à internet.Um dos aspectos mais tangíveis da quarta revolução industrial é a ideia de um “design voltado para o consumidor”. Isso significa que os consumidores irão usar as fábricas para criar seus próprios produtos, e que as empresas irão fabricar produtos personalizados para cada consumidor.
O potencial desse novo modelo de produção é imenso. Por exemplo, a comunicação entre os produtos inteligentes conectados à Internet das Coisas e as máquinas que os produzem significa que os objetos poderão monitorar seu próprio uso e tempo de funcionamento.
Além do mais, a crescente integração entre fábricas inteligentes e infraestruturas industriais poderia resultar em uma grande redução do gasto energético. Como o grupo de pesquisa da Indústria 4.0 afirma em um dos seus relatórios, muitas fábricas gastam enormes quantidades de energia durante as pausas na produção, que ocorrem em fins-de-semana e feriados, algo que poderia ser evitado com o advento das fábricas inteligentes.
Internet das coisas, big data, gamificação, impressão 3D, bitcoin, blockchain, indústria 4.0, inteligência artificial, robotização, realidade virtual, digitalização da economia, disrupção digital, carros voadores, consultas médicas online através do telemóvel, comércio online, sensores digitais… A lista é interminável e pode ser avassaladora para as empresas privadas e públicas. Como vão elas usar tudo isto nos seus negócios? Que conceitos e tecnologias vão aplicar? Quanto é que precisam investir? E que retorno vão ter? E isto vai obrigar a despedir pessoas? Hoje, o significado de inovar deixou de ser apenas introduzir novidades, renovar, inventar ou criar.

Nesta edição da Newsletter falamos-lhe desta revolução – Indústria 4.0 – e de alguns dos projetos de empresa que no COMPETE 2020 encontraram mecanismos de estímulo para vencer o desafio da INOVAÇÃO:

Projeto SM 4.0 – Smart Manufacturing
Um projeto de Inovação da empresa Socem Inpact que opera na indústria de moldes, num nicho específico de moldes protótipos, suportes de medição, prototipagem e tecnologias aditivas, além da engenharia e desenvolvimento de produto. Este projeto envolve a automatização da produção permitindo um sistema robotizado de troca automática de ferramentas, centramento dos moldes/peças com sistemas por infravermelhos, calibradores laser das ferramentas com registo automático das mesmas e da inserção de sistemas de paletização automáticos, possibilitando a comutação automática através de robótica com a mesa que se encontra na máquina e integração de funções através do software.
Ao mesmo tempo que se investe em inovação de produção, também se pensa nas tecnologias digitais, nomeadamente com base em softwares 3D e programação, que têm permitido uma enorme evolução na conceção e desenvolvimento de produto, o que tem permitido aumentar a qualidade e o rigor, representando valor acrescentado para os clientes. A associação destas tecnologias à produção com equipamentos de fabricação digital (impressoras 3D, CNC, etc.) permite uma mudança de paradigma nos processos de criação de novos produtos promovendo a inovação e a competitividade. A adoção destas tecnologias e processos constitui um passo determinante para a inovação de produto e desenvolvimento de soluções diferenciadoras num mercado global.

 

Projeto Bi-Silque Transformation 4.0
Este projeto  visa revolucionar a automação, eficiência e sustentabilidade do processo produtivo da Bi- Silque uma empresa de cariz familiar fundada em 1979 vocacionada para a produção e venda de artigos de comunicação visual para casa e escritório. Está prevista a criação de 11 postos de trabalho.
A estratégia para o presente projeto de investimento assenta numa lógica quadripartida: automação Industrial e Robotização (Indústria 4.0); melhoria na logística – entrada e saída de produtos, armazenamento automatizado e informatizado; sustentabilidade no uso dos recursos: energética e ambiental e segurança e qualidade nas condições trabalho, melhorando qualidade vida dos colaboradores, a sua satisfação e consequente aumento de produtividade.
 
Projeto CIN – Smart Factory for Innovative Coatings
O projeto CIN – Smart Factory for Innovative Coatings centra-se na alteração fundamental do processo produtivo da Nave Central da CIN, visando a introdução de um conceito inovador a nível internacional no âmbito do setor das tintas e vernizes, nomeadamente o conceito de “Fábrica Inteligente”. Um projeto que é uma alteração fundamental de natureza inovadora e estruturante, que afetará o processo de transformação do produto, desde que a matéria-prima chega ao armazém, até ao momento em que o produto acabado é embalado para expedição.
A introdução do referido conceito implica, pois, uma abordagem holística que contempla alterações em todas as fases do processo produtivo, incluindo: reengenharia do fluxo de materiais ao longo da cadeia de valor, incluindo a criação de canais de dedicados; endogeneização de tecnologias produtivas de ponta, mais inteligentes e eficientes; maior integração entre os sistemas físicos e os sistemas digitais, numa lógica de Indústria 4.0.

 

P&R entering 4.0 industry dimension
Com este projeto a P&R Têxteis pretende implementar soluções que visem a melhoria e desmaterialização dos processos internos e que possibilitem simultaneamente otimizar as ferramentas de gestão, permitindo uma análise global dos principais indicadores de desempenho, potenciando uma maior eficiência ao nível da capacidade, do rigor e da rapidez da decisão estratégica. É o projeto que permitirá lançar as bases tecnológicas e organizacionais para a introdução de uma nova filosofia industrial e organizacional 4.0 na empresa.
Com este projeto a P&R Têxteis consolidará a sua presença na área de vestuário técnico desportivo, trabalhando segundo um conceito de partenariado estratégico com clientes e consumidores, mantendo-se na vanguarda do setor, quer no private label quer na marca própria, através da adoção de estratégias inovadoras de marketing e organizacionais, dando visibilidade a produtos de marca portuguesa de alta qualidade, projetando e afirmando Portugal além-fronteiras.

Entrevista à RCPFM
Cocktail de Negócios
conv_cocknegocios17
Código de Conduta

Código de Conduta obrigatório a partir de 1 de Outubro

Falta do Código é contra-ordenação grave

A partir do próximo dia 1 de Outubro, as empresas vão passar a ter uma nova obrigação de âmbito laboral. Trata-se do Código de Conduta que servirá para prevenção e combate ao assédio no trabalho. Esta medida consta de uma lei publicada em Agosto (Lei nº73/2017) que inclui também outras novidades.

O Código de Conduta é obrigatório para todas as empresas com 7 ou mais trabalhadores, sendo a sua falta considerada uma contraordenação grave. A nova lei também obriga as empresas a instaurar um processo disciplinar, sempre que tenham conhecimento de uma situação de denúncia.

Para além da questão do assédio, a nova lei também altera as regras dos acordos de cessação do contrato trabalho, devendo os mesmos indicar que o trabalhador se pode arrepender da rescisão no prazo de 7 dias.

Avisos e dísticos

Empresas podem contestar coimas aplicadas de 1/7 a 23/8

No final de Agosto, foi publicado um Decreto-Lei (nº102/2017) que estabelece novas regras relativas às informações ao consumidor que têm de estar afixadas nos estabelecimentos comerciais. Assim, verificou-se uma simplificação e em alguns casos anulação de diversos avisos/dísticos que tinham de estar afixados nos estabelecimentos, como seja, na restauração, a capacidade ou o local de encaminhamento dos óleos alimentares.

Para além disso, as novas regras introduzem um novo modelo de contrato de mediação imobiliária com cláusulas gerais contratuais fixas.

Importante
É de referir que apesar das novas normas terem sido publicadas a 23/8, a legislação entrou em vigor em retroactivo a 1/7. Assim, se uma empresa tiver sido fiscalizada e/ou autuada entre 1/7 e 23/8, devido à falta de afixação de alguma informação que entretanto deixou de ser obrigatória, a mesma poderá invocar as novas regras para não pagar eventuais coimas.

Rendas para 2018

Aviso n.º 11053/2017 que o INE fez publicar no Diário da República a 25 de setembro de 2017, apresenta o valor oficial do coeficiente de atualização das rendas para 2018.

O valor é idêntico ao que tínhamos antecipado no artigo “Em quanto vão aumentar as rendas em 2018?” e corresponde a um aumento das rendas dos diversos tipos de arrendamento urbano e rural de 1,12% em 2018.
O coeficiente de actualização das rendas para 2018 propriamente dito é de 1,0112, ou seja, é este o valor pelo qual se deverão multiplicar as rendas contratada e às quais a atualização seja aplicável para se obter o valor da nova renda, em 2018, atualizada ao cêntimo.

Este coeficiente de atualização das rendas está previsto pela Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro que criou o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), bem como pelo Decreto-Lei n.º 294/2009, de 13 de outubro, que criou Novo Regime de Arrendamento Rural (NRAR) e baseia-se no índice de preços no consumidor, sem habitação, apurado pelo Instituto Nacional de Estatística, referente ao mês de agosto do ano imediatamente anterior àquele em que o referido coeficiente deverá se aplicado.

Fórum UECPLP

A ACIBA – Associação Comercial e Industrial da Bairrada e Aguieira está presente no VI Fórum da União de Exportadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – UECPLP, que terá lugar nos dias 22 e 23 de Setembro de 2017 em Vila Real.

Esta iniciativa pretende constituir uma verdadeira plataforma de negócios e de cooperação, geradora de condições para a criação e consolidação de um espaço permanente de apoio à atividade ao empresariado lusófono, estimulando trocas comerciais e a internacionalização.

A forte identidade, relações privilegiadas e presença crescente de empresas do mercado CPLP, justificam uma aposta no estabelecimento de parcerias empresariais, aproveitando sinergias e potencialidades existentes em cada país.

O Fórum terá as vertentes empresariais, institucionais e culturais, representativas dos diferentes segmentos do mercado CPLP e é constituído por quatro eixos principais:

– Seminários Temáticos por País;

– Reuniões B2B;

– Grande Conferência “CPLP: Um mundo de oportunidades de negócio.

– Espaço Mostra (empresarial e cultural).

Destinado a empresários de diversos setores de atividade, entidades oficiais e públicas e às mais diversas instituições associativas e organizações, este Fórum da União de Exportadores da CPLP irá demonstrar a força incontornável desta comunidade e os objetivos que pretende materializar, representados por uma génese comum: a criação de novas oportunidades de negócio no espaço da CPLP.

A ACIBA estará presente com espaço próprio, onde estarão representadas empresas e 3 municípios.

Empresas:

ADEGA RAMA
SOCIEDADE AGRÍCOLA BOAS QUINTAS
MEASINDOT – ENGINEERING LDA
CONSULSET – CONSULTADORIA E MARKETING, S.A.
PRIOR LUCAS, LDA
PROFIFORMA-GABINETE DE CONSULTADORIA E FORMAÇÃO
LUIS SILVA, PUBLICIDADE E DESPORTO
QUINTA DO CARVALHINHO
ELÉCTRICA DO CERTOMA

 

Municípios:

Câmara Municipal da Mealhada

Câmara Municipal de Mortágua

 

Para informações contacte-nos:
geral@aciba.pt
231 201 606

SISTEMA DE INCENTIVOS

A ACIBA, tendo como objectivo promover o desenvolvimento e progresso do sector da agricultura e dotá-lo de meios que lhe possibilitem responder aos novos desafios que se colocam, vai apresentar até 14 de Setembro de 2017, junto da CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal, um projeto que será financiado pelo Fundo Social Europeu e Estado Português.

Este projeto, que se prevê iniciar em Março de 2018, pretende colocar à disposição de 12 empresas da área da Vitivinicultura consultores e formadores especializados, de forma a ajudar a melhorar o seu desempenho em áreas essenciais ao seu desenvolvimento, nomeadamente:
•    Gestão Agrícola
•    Marca – Marketing
•    Segurança e Higiene no Trabalho Agrícola

Assim, e por forma a podermos submeter a candidatura, com a pré-adesão das empresas interessadas, necessitamos dos seguintes documentos para aferir da sua elegibilidade:
– Inscrição no Balcão 2020
– IES 2016
– Declarações de não divida á AT e SS
– Certificado PME

Modelo de Intervenção

A formação-ação é uma intervenção com aprendizagem em contexto organizacional e que mobiliza e internaliza competências com vista à persecução de resultados suportados por uma determinada estratégia de mudança empresarial. Os tempos de formação e de ação surgem sobrepostos e a aprendizagem vai sendo construída através do desenvolvimento das interações orientadas para os saberes fazer técnicos e relacionais. Trata-se de uma metodologia que implica a mobilização em alternância das vertentes de formação (em sala) e de consultoria (on the job) e, como tal, permite atuar a dois níveis:

– Ao nível dos formandos: procura desenvolver competências nas diferentes áreas de gestão, dando resposta às necessidades de formação existentes;
– Ao nível da empresa: procura aumentar a produtividade, a capacidade competitiva e a introdução de processos de mudança/inovação nas empresas.

O Modelo de Intervenção baseia-se no ciclo PDCA (PLAN – DO – CHECK – ACT), respeitando a ordenação lógica destas etapas e garantindo a constante monitorização do processo:

A. Diagnóstico e Definição do Plano de Ação
B. Planeamento do Plano de Ação
C. Implementação e Acompanhamento do Plano de Ação
D. Avaliação de Resultados/ Melhorias Implementadas

Este projeto terá uma duração máxima de 24 meses, sendo que a formação realizada é certificada e contará para a obrigatoriedade do Código de Trabalho.

Convictos de que o presente projecto será uma mais valia para as empresas participantes, com uma aposta clara na qualificação dos recursos humanos e promoção dos seus produtos, ficamos a aguardar a sua adesão!

Para mais informações contacte:
Telefone: 231 201 606
E-mail: geral@aciba.pt

Vale Incubação

Esta medida pretende conceder apoios a projetos simplificados de empresas com menos de 1 ano na área do empreendedorismo através da contratação de serviços de incubação prestados por incubadoras de empresas previamente acreditadas.

Critérios de elegibilidade dos beneficiários do Vale Incubação (para além dos gerais):

  •  Não ter projetos aprovados nas prioridades de investimento referentes à área de Inovação produtiva PME;
  •   Corresponder a uma empresa criada há menos de 1 ano.

São suscetíveis de apoio os projetos de aquisição de serviços de incubação na área do empreendedorismo, imprescindíveis ao arranque das empresas, nomeadamente:

  • Serviços de Gestão (Apoio na definição/consolidação do modelo de negócios; Acompanhamento na gestão operacional do negócio (incluindo gestão comercial, planeamento financeiro e controlo de gestão) e Tutoria e capacitação na gestão);

 

  • Serviços de Marketing (Apoio na estruturação da estratégia de comunicação/marketing; Apoio na divulgação da atividade, produtos e serviços; Apoio na estruturação/consolidação do processo de internacionalização);

 

  • Serviços de Assessoria Jurídica (Assessoria e apoio jurídico);

 

  • Desenvolvimento de produtos e serviços (Apoio à digitalização de processos de negócios; Apoio à proteção/valorização de direitos de propriedade intelectual);

 

  • Serviços de Financiamento (Apoio a candidaturas a concursos de empreendedorismo e inovação; Apoio no contacto com investidores e entidades financeiras).

 

São beneficiários desta medida micro e pequenas empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica.

Incentivo: Incentivo Não Reembolsável (INR) 75% com limite de €5.000

(exceção dos incentivos a conceder pelo PO Regional de Lisboa, os quais são calculados através da aplicação, às despesas elegíveis, de uma taxa máxima de 40%  com limite € 5.000).

Poderão ser consultadas as especificidades do Vale Incubação nos artigos 19.º ao 38.ºda Portaria n.º 57-A/2015 de 27 de fevereiro. O Vale Incubação está integrado no Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo Qualificado e Criativo (Vale Empreendedorismo).

Concursos:

Está neste momento a decorrer o Aviso 20/SI/2017 ao Vale Incubação que permite a apresentação de candidaturas até 29 de setembro de 2017.

 

A ACIBA apoia as empresas na realização da sua candidatura, visando a obtenção de incentivos ao investimento e de adequadas fontes de financiamento.
Antes de se candidatar, consulte o regulamento e verifique as regras de acesso a este aviso.

Consulte-nos para mais informações sobre os Sistemas de Incentivos:

Telefone: 231 201 606
E-mail: geral@aciba.pt