Artigo

Formação Financiada
Formação Modular Certificada – Marketing e Publicidade
ACIBA342
logo-CECCCIC
rodape
Formação Modular Certificada – Gestão e Administração
logo-CECCCIC
rodape
Formação Modular Certificada ACIBA
profiforma_parceiro
rodape
Formação Modular Certificada
profiforma_parceiro
logo-CECCCIC
rodape
Estágios Profissionais

Os períodos de candidatura do ano de 2017, no âmbito da medida Estágios Profissionais, tinham sido anunciados como tendo as seguintes datas indicativas: primeiro período, com abertura a 16 de maio e encerramento a 16 de junho; segundo período com abertura em agosto e um terceiro período com abertura em dezembro.

Considerando que através de deliberação de 30 de maio, o Conselho Diretivo do IEFP determinou a prorrogação do primeiro período de candidaturas até às 18 horas do dia 31 de julho de 2017, considerou-se desejável efetuar um reajustamento do calendário inicialmente previsto.

Nestes termos, o Conselho Diretivo do IEFP deliberou que o calendário de candidaturas em 2017 passa a ter apenas dois períodos, composto pelo que está a decorrer e por um segundo período de candidaturas que irá decorrer entre as 9h00 do dia 15 de novembro até às 18h00 do dia 31 de dezembro de 2017.

Assim, as entidades que pretendam apresentar a candidatura destinadas a estágios profissionais com início ainda no ano em curso, devem formalizar esse procedimento no âmbito do processo de candidatura que está a decorrer.

A medida Estágios Profissionais visa apoiar a realização de estágios profissionais por desempregados inscritos no IEFP, contribuindo, nomeadamente, para apoiar a inserção de jovens no mercado de trabalho e a reconversão profissional de desempregados através de uma experiência prática em contexto de trabalho.

A candidatura à medida é efetuada pela entidade, no portal NetEmprego, na área pessoal de cada entidade, devendo ser efetuado o registo prévio, caso ainda não esteja registada.

Durante o período de candidatura será também possível formalizar o pedido de Prémio ao Emprego, apoiando a celebração de contratos de trabalho sem termo, com ex-estagiários.

Antes de se candidatar, consulte o regulamento e verifique as regras de acesso a esta medida.

Mais informações e esclarecimentos podem ser obtidos através do Centro de Contacto, disponível todos os dias úteis das 8h00 às 20h00, telefone: 300 010 001.

CET – CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

TECNOLOGIA MECATRÓNICA

FORMAÇÃO FINANCIADA

Bolsa de Formação
Subsídio de Alimentação
Subsídio de Transporte

 

+ informações
Telf.: 239 497 730
E-mail: info@novotecna.pt

Técnico(a) de Manutenção Industrial de Metalurgia e Metalomecânica

Perfil Profissional:

Orientar e desenvolver os trabalhos na área da manutenção, relativamente à preparação, inspeção e manutenção de equipamentos industriais.

Faça o download da Ficha de Inscrição e envie, depois de devidamente preenchida para gip@aciba.pt

 

Atividades Principais:

  

  • Interpretar desenhos, normas e outras especificações técnicas, a fim de identificar formas e dimensões, funcionalidade, materiais e outros dados complementares relativos a equipamentos industriais.
  • Planear e organizar os trabalhos de manutenção de equipamentos industriais, de acordo com as normas de qualidade estabelecidas.
  • Orientar, controlar e desenvolver as atividades na área da manutenção de equipamentos industriais.
  • Orientar ou proceder à instalação, preparação e ensaio de vários tipos de máquinas, motores e outros equipamentos industriais.

 

 Centro de Emprego e Formação Profissional de Coimbra

 

FORMAÇÃO de BASE:

CANDIDATOS COM 9ºANO (550 horas):

Cidadania e Profissionalidade:

  • CP 1-Liberdade e Responsabilidade Democráticas (50h)
  • CP 4-Processos Identitários (50h)
  • CP 5-Deontologia e Princípios Éticos (50h)

Sociedade, Tecnologia e Ciência:

  • STC 5-Redes de Informação e Comunicação (50h)
  • STC 6-Modelos de Urbanismo e Mobilidade (50h)
  • STC 7-Sociedade, Tecnologia e Ciência- Fundamentos (50h)

Cultura, Língua e Comunicação:

  • CLC 5-Cultura, Comunicação e Média (50h)
  • CLC 6-Culturas de Urbanismo e Mobilidade (50h)
  • CLC 7-Fundamentos de Cultura, Língua e Comunicação (50h)
  • LEI– Língua Estrangeira (Inglês)- Iniciação (50h)
  • LEC– Língua Estrangeira (Inglês)- Continuação (50h)

 

CANDIDATOS COM 10º ANO (200 horas) :

Sociedade, Tecnologia e Ciência:

  • STC 7-Sociedade, Tecnologia e Ciência- Fundamentos (50h)

Cultura, Língua e Comunicação:

  • CLC 7-Fundamentos de Cultura, Língua e Comunicação (50h)
  • LEI– Língua Estrangeira ( Inglês)- Iniciação (50h)
  • LEC– Língua Estrangeira ( Inglês)-Continuação (50h)

 

CANDIDATOS COM 11º ANO (100 horas):

Sociedade, Tecnologia e Ciência:

  • STC 7-Sociedade, Tecnologia e Ciência- Fundamentos (50h)

Cultura, Língua e Comunicação:

  • CLC 7-Fundamentos de Cultura, Língua e Comunicação (50h)

 

 

 

EFA – Educação e Formação de Adultos

A iniciar em Coimbra, no 1º semestre de 2017, os seguintes cursos EFA – Educação e Formação de Adultos, em horário laboral (de 2ª a 6ª, das 09h00 às 13h e das 14h às 17h00).

MODALIDADECURSODESTINATÁRIOSDATA DE INÍCIO
EFA Dupla CertificaçãoTécnico/a ComercialAdultos com o 9º ano e idade igual ou superior a 23 anos20.abril
EFA TecnológicoTécnico/a ComercialAdultos com o 12º ano e idade igual ou superior a 23 anos15.maio
EFA Dupla CertificaçãoAgente em GeriatriaAdultos com o 6º ano e idade igual ou superior a 23 anos05.junho
EFA TecnológicoAgente em GeriatriaAdultos com o 9º ano e idade igual ou superior a 23 anos05.junho

Para mais informações dirija-se ao GIP – Gabinete de Inserção Profissional da ACIBA

Espaço Inovação Mealhada
Av. Cidade de Coimbra, n.º 51
Sala 1, 3050-374 Mealhada

Telefone: 231 201 606
Telemóvel: 927 975 540
Email: gip@aciba.pt

PROGRAMA QUALIFICA PARA APOSTAR NA FORMAÇÃO DE ADULTOS

O Governo lançou o novo programa de formação e qualificação de adultos através do alargamento da rede de Centros Qualifica, passando dos atuais 240 para 300 centros até ao final do próximo ano. A formação e qualificação de adultos é uma das prioridades inscritas no Programa do Governo e um dos eixos prioritários do Programa Nacional de Reformas.

«O que assistimos nos últimos anos foi um desinvestimento muito grande na educação e formação de adultos, quer pelo desmantelar de centros especializados nesta área, com uma redução de quase 50% dos centros, com lacunas na cobertura territorial, quer pela quebra muito grande de alunos que estão a participar em processos de aprendizagem ao longo da vida», explicou o Secretário de Estado da Educação, João Costa, num encontro com jornalistas que serviu para explicar o modelo do novo Programa Qualifica.

«Portugal tem uma das populações ativas com menos qualificações», sublinhou ainda, lembrando que existem três milhões de adultos que não concluíram o ensino secundário e que «não são apenas adultos em idade avançada, também existem muitos jovens adultos que, há 15 anos, deixaram a escola».

Inverter tendência dos últimos anos

«Queremos combater os baixos níveis de atividade que tiveram nos últimos anos», afirmou o Secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita. Os números mostram um claro desinvestimento na formação e qualificação de adultos nos últimos anos: dos 459 Centros Novas Oportunidades que chegaram a existir em 2010 passou-se em 2016 para 241 Centros de Qualificação e Emprego Profissional.

Em 2010, o número de adultos que conseguiram equivalência ao ensino básico e secundário através dos processos de Reconhecimento Validação e Certificação de Competências (RVCC) foi de 106.053. No primeiro semestre deste ano apenas 1880 adultos conseguiram estas certificações e em 2015 foram 2662.

No ano letivo de 2013/2014, havia menos 87% de adultos inscritos para ter equivalência ao ensino secundário em relação à situação registada cinco anos antes. As equivalências de formação também diminuíram: em 2010, conseguiram a equivalência ao ensino básico e secundário 106.053 pessoas, enquanto no ano passado foram apenas 2.662 pessoas.

Mais qualificações garantem mais emprego e melhores salários

O Programa Qualifica destina-se principalmente a quem tem 18 ou mais anos, mas excecionalmente pode ser uma solução para os jovens que não se encontram a estudar, nem a trabalhar, nem em formação.

Com o alargamento da rede de centros, o objetivo é atrair mais alunos, contrariando a tendência registada nos últimos anos, e ao mesmo tempo aumentar a cobertura territorial da oferta formativa. «É hoje inquestionável que mais qualificação corresponde a mais e melhor emprego, e melhores salários», afirmou Miguel Cabrita.

A Portaria conjunta dos Ministérios da Educação e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que será publicada nos próximos dias, dá o pontapé de saída no novo programa, abrindo o concurso para que as entidades, públicas ou privadas (como escolas ou empresas, por exemplo), se possam candidatar a acolher um Centro Qualifica.

A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP) vai divulgar a rede de necessidades do país e lançar um concurso para quem quiser abrir um Centro Qualifica.

Zonas críticas no interior norte e interior centro

Segundo um estudo feito pela ANQEP à atual rede de centros, as zonas críticas são «o interior norte e o interior centro, onde a população não tem uma resposta», disse o presidente Gonçalo Xufre, acrescentando que existem ainda outras regiões do país «onde a cobertura não é a mais adequada, porque a distribuição não era a ideal ou zonas com uma densidade urbana onde não se conseguiu ter um centro».

As estruturas existentes – os atuais CQEP – não serão desmanteladas, mas sim adaptadas às novas necessidades e moldes do novo programa.  «Os atuais Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional podem constituir-se em Centros Qualifica», explicou Miguel Cabrita, indicando que o Executivo «não quer cometer o erro do passado de desmantelar o que já existe e começar tudo do zero».

O Programa Qualifica traz algumas novidades. Logo à partida, os formadores passarão a ter de dedicar 80% do seu tempo aos Centros Qualifica. Vai ser também criado um sistema de créditos e de módulos. Outra inovação é o «Passaporte Qualifica», onde fica registado todo o percurso do aluno, numa lógica de currículo, mas também as competências que ele pode adquirir no futuro, numa lógica de «aprendizagem ao longo da vida», como explicou o Secretário de Estado do Emprego.

 

Fonte: Portal: http://www.portugal.gov.pt