Artigo

Vale Oportunidades de Internacionalização

Sistema de Incentivos Internacionalização das PME – Vale Oportunidades de Internacionalização | AVISO N.º 25/SI/2018

Candidaturas abertas até à receção do n.º máximo de candidaturas indicado no Aviso, por Programa Operacional

O objetivo deste Aviso consiste em apoiar o desenvolvimento e aplicação de novos, modelos empresariais para as PME, especialmente no que respeita à internacionalização através de projetos simplificados de internacionalização que visem a promoção de diagnósticos comerciais, a identificação de oportunidades de internacionalização, ao nível de produtos / serviços e mercados associados, e das estratégias de marketing adequadas, designadamente permitindo uma evolução na cadeia de valor, incluindo a assistência técnica que permita a implementação imediata de decisões de marketing e atividades de prospeção inicial de mercados externos.

 

O presente AVISO pretende disponibilizar às empresas a possibilidade de promoverem a avaliação e identificação de oportunidades de internacionalização, permitindo uma evolução na cadeia de valor.

São suscetíveis de apoio os projetos individuais que visem a aquisição de serviços de consultoria na área da promoção de diagnósticos de oportunidades de internacionalização, bem como na assistência técnica para a implementação de recomendações de curto prazo.

 

Enquadram-se nestas ações os seguintes serviços:

– Identificação de binómios produtos | serviços versus mercados que representem oportunidades de internacionalização;

– Necessidades de ajustamentos produtos | serviços e de modelos de negócio;

– Diagnósticos de oportunidades de evolução da empresa na cadeia de valor;

– Necessidade de ajustamentos de estratégias de comunicação digital;

– Visitas de prospeção e de captação de novos clientes em mercados externos;

– Visitas de prospeção a feiras internacionais;

– Convites a / missões de importadores para conhecimento da oferta.

PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica, com pelo menos 3 postos de trabalho.

Regiões NUTS II do Continente (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve)

Atividades económicas que visam a produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis.

Incentivo não reembolsável, calculado através da aplicação às despesas consideradas elegíveis de uma taxa de 75%, com um limite de 10.000,00€ por projeto.

As candidaturas são efetuadas através de formulário eletrónico no Balcão 2020.

 

A leitura deste documento não dispensa a consulta da informação disponível no portal Portugal 2020 (https://www.portugal2020.pt/Portal2020/Candidaturas-abertas-auto).

 

Vale Incubação

Sistema de incentivos Empreendedorismo Qualificado e Criativo – Vale Incubação | AVISO N.º 23/SI/2018

Candidaturas abertas até à receção do n.º máximo de candidaturas indicado no Aviso, por Programa Operacional

O objetivo específico deste concurso consiste em conceder apoios a projetos simplificados de empresas com menos de 1 ano na área do empreendedorismo através da contração de serviços de incubação prestados por incubadoras de empresas previamente acreditadas.

 

O Vale Incubação visa dinamizar a capacidade empreendedora e fomentar as condições para a aceleração e o sucesso de novas empresas, apoiando o desenvolvimento do negócio por via da contratação de serviços de incubação em incubadoras previamente acreditadas (a lista de entidades acreditadas encontra-se disponível no site do COMPETE 2020).

Projetos individuais de aquisição de serviços de incubação na área do empreendedorismo imprescindíveis ao arranque das empresas.

 

As entidades prestadoras de serviços de incubação deverão incubar fisicamente as startups abrangidas pelo vale incubação, desenvolvendo com elas um plano de incubação que traduza uma atuação integrada nas seguintes áreas:

– Serviços de gestão;

– Serviços de marketing;

– Serviços de assessoria jurídica;

– Desenvolvimento de produtos e serviços;

– Serviços de financiamento.

Micro e pequenas empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica, criadas à menos de um ano.

Regiões NUTS II do Continente (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve)

Projetos inseridos em atividades económicas que visam a produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis, relacionadas com indústrias criativas e culturais, e/ou setores com maior intensidade de tecnologia e conhecimento ou ainda que valorizem a aplicação de resultados de I&D na produção de novos bens e serviços.

Incentivo não reembolsável, calculado através da aplicação às despesas consideradas elegíveis de uma taxa de 75%, com um limite de 7.500,00€ por projeto.

As candidaturas são efetuadas através de formulário eletrónico no Balcão 2020.

 

A leitura deste documento não dispensa a consulta da informação disponível no portal Portugal 2020 (https://www.portugal2020.pt/Portal2020/Candidaturas-abertas-auto).

 

Vale Economia Circular

Sistema de Incentivos Qualificação PME - Vale Economia Circular | AVISO N.º 20/SI/2018

Candidaturas abertas até à receção do n.º máximo de candidaturas indicado no Aviso, por Programa Operacional

O presente Aviso pretende disponibilizar às empresas a elaboração de um diagnóstico que conduza à definição de um plano de ação conducente à implementação de modelos de gestão e de crescimento alinhados com estratégias e compromissos nacionais e internacionais assumidos por Portugal, com particular relevância para uma economia circular.

Projetos individuais de empresas que visem a aquisição de:

 

  1. Serviços de consultoria com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de planos empresariais de economia circular, no seguinte âmbito:
  2. Eco-design de processos e produtos;
  3. Eco-eficiência;
  4. Eficiência energética;
  5. Eco-inovação;
  6. Simbioses industriais;
  7. Extensão do ciclo de vida dos produtos;
  8. Valorização de subprodutos e resíduos;
  9. Novos modelos de negócio, desmaterialização e transformação digital.

 

  1. Serviços de consultoria visando a implementação de soluções que resultem da estratégia delineada para a economia circular, incluindo a implementação de sistemas de gestão da energia ISSO 50001, e de gestão ambiental 14001.

PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica, com pelo menos 3 postos de trabalho.

Regiões NUTS II do Continente (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve).

Todas as atividades económicas que visam a produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis.

Incentivo não reembolsável, calculado através da aplicação às despesas consideradas elegíveis de uma taxa de 75%, com um limite de 7.500,00€ por projeto.

As candidaturas são efetuadas através de formulário eletrónico no Balcão 2020.

 

A leitura deste documento não dispensa a consulta da informação disponível no portal Portugal 2020 (https://www.portugal2020.pt/Portal2020/Candidaturas-abertas-auto).

 

Eficiência Energética nos Edifícios

Candidaturas abertas até 13/10/2018

Encontra-se aberto concurso até dia 13 de Outubro, no âmbito do Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), que disponibiliza três milhões e cem mil euros para candidaturas que visem a implementação de medidas que promovam a eficiência energética (AVISO 25 – Eficiência Energética nos Edifícios).

 

Com o objetivo de otimizar as condições de uso e consumo de energia do edificado nacional, pretende contribuir para a promoção do uso racional de energia. Neste sentido são suscetíveis de financiamento medidas de eficiência energética que conduzam à melhoria do desempenho energético de edifícios existentes, do setor residencial e de serviços de direito privado.

– Pessoas singulares proprietárias de edifícios de habitação existentes e ocupados unifamiliares ou de frações autónomas em edifícios multifamiliares;

– Pessoas coletivas de direito privado, proprietárias de edifícios de serviços existentes e ocupados, com exceção de todas as entidades com a CAE 01 a 33.

 

No que diz respeito às pessoas coletivas, são elegíveis os investimentos que visem a implementação, em edifícios existentes e ocupados de serviços, de soluções que promovam a melhoria do desempenho energético do edifícios ou fração em causa, através de:

– Requalificação de sistemas de aquecimento de águas quentes sanitárias;

– Instalação de janelas eficientes;

– Requalificação de isolamento térmico segundo o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços (RECS), envolvente interior e exterior;

– Iluminação eficiente.

O financiamento dos projetos assume a forma de subsídio não reembolsável (fundo perdido), numa taxa de 35%, e está limitado a um incentivo total máximo de 47.500,00€.

As candidaturas são apresentadas através do portal eletrónico do PNAEE http://www.pnaee.pt/fee/candidaturas.

 

A informação constante neste documento não dispensa a consulta do regulamento e outros documentos subjacentes a este AVISO (http://www.pnaee.pt/avisos-fee/aviso-25).

S.I. “Internacionalização das PME”

A ACIBA, tendo como objectivo promover o desenvolvimento e progresso dos seus Associados, em particular, e do tecido empresarial em geral, vai apresentar uma candidatura no âmbito do Sistema de Incentivos – Internacionalização das PME – Projectos Conjuntos, junto da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E.

 

São susceptíveis de apoio os projectos que visem o/a:

 – Conhecimento dos mercados externos (feiras/exposições);

 – Prospecção e presença em mercados internacionais (prospecção e captação de novos clientes);

 – Dinamização de acções de promoção e marketing internacional (acções de promoção), incluindo a utilização de ferramentas web (canais digitais).

 

Os apoios a conceder revestem a forma de incentivo não reembolsável, numa taxa de 50% sobre as despesas elegíveis das PME.

 

Este projecto tem como objectivo reforçar a capacitação empresarial das PME para a internacionalização, de forma a potenciar o aumento da sua base e capacidade exportadora e reconhecimento internacional, através da implementação de acções de promoção e marketing, da sua presença em certames internacionais e do conhecimento e acesso a novos mercados, valorizando-se a utilização crescente de ferramentas digitais.

Os beneficiários são empresas PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica, integrados em projectos conjuntos, promovidos por entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, de natureza associativa e com competências específicas dirigidas às PME, nomeadamente Associações Empresariais.

 

Convictos de que o presente projecto será uma mais valia para todas as empresas participantes, ficamos a aguardar a manifestação do seu interesse até ao próximo dia 19 de Dezembro.

 

Assim, e por forma a podermos submeter a candidatura, com a pré-adesão das empresas interessadas, necessitamos dos seguintes documentos para aferir da sua elegibilidade:

 – Comprovativo de inscrição no Balcão 2020

 – IES 2016 ou código de acesso

 – Certidão permanente ou código de acesso

 – Certificado PME actualizado

 – Declarações de não dívida à AT e SS actualizadas

 

Para mais informações contacte-nos pelo e-mail. geral@aciba.pt ou pelos telefones: 231 201 606 e 92 797 55 40.

SISTEMA DE INCENTIVOS

A ACIBA, tendo como objectivo promover o desenvolvimento e progresso do sector da agricultura e dotá-lo de meios que lhe possibilitem responder aos novos desafios que se colocam, vai apresentar até 14 de Setembro de 2017, junto da CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal, um projeto que será financiado pelo Fundo Social Europeu e Estado Português.

Este projeto, que se prevê iniciar em Março de 2018, pretende colocar à disposição de 12 empresas da área da Vitivinicultura consultores e formadores especializados, de forma a ajudar a melhorar o seu desempenho em áreas essenciais ao seu desenvolvimento, nomeadamente:
•    Gestão Agrícola
•    Marca – Marketing
•    Segurança e Higiene no Trabalho Agrícola

Assim, e por forma a podermos submeter a candidatura, com a pré-adesão das empresas interessadas, necessitamos dos seguintes documentos para aferir da sua elegibilidade:
– Inscrição no Balcão 2020
– IES 2016
– Declarações de não divida á AT e SS
– Certificado PME

Modelo de Intervenção

A formação-ação é uma intervenção com aprendizagem em contexto organizacional e que mobiliza e internaliza competências com vista à persecução de resultados suportados por uma determinada estratégia de mudança empresarial. Os tempos de formação e de ação surgem sobrepostos e a aprendizagem vai sendo construída através do desenvolvimento das interações orientadas para os saberes fazer técnicos e relacionais. Trata-se de uma metodologia que implica a mobilização em alternância das vertentes de formação (em sala) e de consultoria (on the job) e, como tal, permite atuar a dois níveis:

– Ao nível dos formandos: procura desenvolver competências nas diferentes áreas de gestão, dando resposta às necessidades de formação existentes;
– Ao nível da empresa: procura aumentar a produtividade, a capacidade competitiva e a introdução de processos de mudança/inovação nas empresas.

O Modelo de Intervenção baseia-se no ciclo PDCA (PLAN – DO – CHECK – ACT), respeitando a ordenação lógica destas etapas e garantindo a constante monitorização do processo:

A. Diagnóstico e Definição do Plano de Ação
B. Planeamento do Plano de Ação
C. Implementação e Acompanhamento do Plano de Ação
D. Avaliação de Resultados/ Melhorias Implementadas

Este projeto terá uma duração máxima de 24 meses, sendo que a formação realizada é certificada e contará para a obrigatoriedade do Código de Trabalho.

Convictos de que o presente projecto será uma mais valia para as empresas participantes, com uma aposta clara na qualificação dos recursos humanos e promoção dos seus produtos, ficamos a aguardar a sua adesão!

Para mais informações contacte:
Telefone: 231 201 606
E-mail: geral@aciba.pt

Vale Incubação

Esta medida pretende conceder apoios a projetos simplificados de empresas com menos de 1 ano na área do empreendedorismo através da contratação de serviços de incubação prestados por incubadoras de empresas previamente acreditadas.

Critérios de elegibilidade dos beneficiários do Vale Incubação (para além dos gerais):

  •  Não ter projetos aprovados nas prioridades de investimento referentes à área de Inovação produtiva PME;
  •   Corresponder a uma empresa criada há menos de 1 ano.

São suscetíveis de apoio os projetos de aquisição de serviços de incubação na área do empreendedorismo, imprescindíveis ao arranque das empresas, nomeadamente:

  • Serviços de Gestão (Apoio na definição/consolidação do modelo de negócios; Acompanhamento na gestão operacional do negócio (incluindo gestão comercial, planeamento financeiro e controlo de gestão) e Tutoria e capacitação na gestão);

 

  • Serviços de Marketing (Apoio na estruturação da estratégia de comunicação/marketing; Apoio na divulgação da atividade, produtos e serviços; Apoio na estruturação/consolidação do processo de internacionalização);

 

  • Serviços de Assessoria Jurídica (Assessoria e apoio jurídico);

 

  • Desenvolvimento de produtos e serviços (Apoio à digitalização de processos de negócios; Apoio à proteção/valorização de direitos de propriedade intelectual);

 

  • Serviços de Financiamento (Apoio a candidaturas a concursos de empreendedorismo e inovação; Apoio no contacto com investidores e entidades financeiras).

 

São beneficiários desta medida micro e pequenas empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica.

Incentivo: Incentivo Não Reembolsável (INR) 75% com limite de €5.000

(exceção dos incentivos a conceder pelo PO Regional de Lisboa, os quais são calculados através da aplicação, às despesas elegíveis, de uma taxa máxima de 40%  com limite € 5.000).

Poderão ser consultadas as especificidades do Vale Incubação nos artigos 19.º ao 38.ºda Portaria n.º 57-A/2015 de 27 de fevereiro. O Vale Incubação está integrado no Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo Qualificado e Criativo (Vale Empreendedorismo).

Concursos:

Está neste momento a decorrer o Aviso 20/SI/2017 ao Vale Incubação que permite a apresentação de candidaturas até 29 de setembro de 2017.

 

A ACIBA apoia as empresas na realização da sua candidatura, visando a obtenção de incentivos ao investimento e de adequadas fontes de financiamento.
Antes de se candidatar, consulte o regulamento e verifique as regras de acesso a este aviso.

Consulte-nos para mais informações sobre os Sistemas de Incentivos:

Telefone: 231 201 606
E-mail: geral@aciba.pt

Vale Indústria 4.0

Objetivos e prioridades

O aviso pretende disponibilizar às empresas portuguesas, através do Vale Indústria 4.0, a elaboração de um diagnóstico que produza um conjunto de recomendações que permitam às empresas a definição de um plano de ação conducente à digitalização dos processos, da interconectividade dos produtos e do ajustamento do modelo organizacional, de forma a anularem a barreira geográfica, utilizando as novas tecnologias. Esta iniciativa encontra-se alinhada com a estratégia definida na área da Indústria 4.0 do Programa Nacional de Reformas. Apoiar projetos simplificados de empresas na área da Qualificação e Internacionalização das PME promovendo a definição de uma estratégia tecnológica própria, com vista à melhoria da competitividade da empresa, alinhada com os princípios designada “Indústria 4.0” (Prioridade de Investimento (PI) 3.3 mencionada na alínea b) do n.º1 do artigo 40º do RECI).

 

Tipologia de projetos

Projetos individuais de empresas PME, que visem a aquisição de serviços de consultoria com vista à identificação de uma estratégia conducente à adoção de tecnologias e processos associados à indústria 4.0.

 

Área geográfica

Regiões NUTS II do Continente

 

Âmbito setorial

Todas as atividades económicas tendo em consideração as restrições previstas no artigo 4.º do RECI.

 

Critérios específicos de acesso

– Corresponder a uma empresa com pelo menos 3 postos de trabalho, existente à data da candidatura; – Identificar consulta a pelo menos duas entidades acreditadas para este domínio de intervenção (“prestação de serviços na Indústria 4.0”), devendo a seleção da entidade encontrar-se concluída até à data da assinatura do Termo de Aceitação; – Não ter outras candidaturas aprovadas ou em fase de decisão nas tipologias de investimento “Qualificação PME” identificada, respetivamente, na alínea b) do n.º 1 do artigo 40.º do RECI e no Vale Incubação; – Comprometer-se a executar, o plano de inovação no âmbito da Indústria 4.0, no máximo de 12 meses a partir da data de assinatura do Termo de Aceitação; – Comprometer-se a apresentar informação, avaliando o serviço prestado pela respetiva entidade acreditada; – Comprometer-se a obter ou atualizar a Certificação Eletrónica no sítio do IAPMEI, para efeitos de comprovação do estatuto de micro, pequena e média empresa.

 

Taxas de cofinanciamento

Regiões menos desenvolvidas NUTS II (Norte, Centro, Alentejo e Algarve):

– Taxa base máxima de incentivo de 75% Região

NUTS II Lisboa – Taxa máxima de cofinanciamento de 40%

 

Forma e limite dos apoios

Incentivo não reembolsável limitando-se o incentivo a 7.500€ por projeto

 

Limite ao número de candidaturas

Cada candidato apenas pode apresentar uma candidatura

 

Dotação orçamental

4,2 M€ FEDER

 

Período de candidatura

De 09/08/2017 a 29/09/2017 (19 horas)

 

Data de Notificação da Decisão Final

10/11/2017

 

Consulte aqui o aviso:

Aviso N.º 19/SI/2017
Internacionalização das PME

Vale Oportunidades de Internacionalização

Apoiar o desenvolvimento e aplicação de novos modelos empresariais para as PME, especialmente no que respeita à internacionalização (Prioridade de Investimento (PI) 3.2 mencionada na alínea a) do n.º 1 do artigo 40.º do RECI) através de projetos simplificados de internacionalização que visem a promoção de diagnósticos comerciais, a identificação de oportunidades de internacionalização, ao nível de produtos /serviços e mercados associados, e das estratégias de marketing adequadas, designadamente permitindo uma evolução na cadeia de valor, incluindo a assistência técnica que permita a implementação imediata de decisões de marketing e atividades de prospeção inicial de mercados externos.

Projetos individuais que visem a aquisição de serviços de consultoria na área da promoção de diagnósticos de oportunidades de internacionalização, bem como na assistência técnica para a implementação de recomendações de curto prazo.

Regiões NUTS II do Continente.

Todas as atividades económicas tendo em consideração as restrições previstas no artigo 4.º do RECI.

Empresas PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica

– Corresponder a uma empresa com pelo menos 3 postos de trabalho, existente à data da candidatura, e demonstrar ter capacidade instalada para desenvolver atividade internacional;

 

– Efetuar consulta a pelo menos duas entidades acreditadas para este domínio de 2 intervenção (“oportunidades de internacionalização”), devendo a seleção da entidade encontrar-se concluída até à data da assinatura do Termo de Aceitação. A aquisição de serviços deverá preencher cumulativamente as seguintes condições:

i. Serem exclusivamente imputáveis ao estabelecimento do beneficiário onde se desenvolve o projeto;

ii. Resultarem de aquisições em condições de mercado a terceiros não relacionados com o adquirente;

iii. Resultarem de aquisições a entidades acreditadas para a prestação do serviço em causa, não sendo admitida a subcontratação de outras entidades. – Não ter outras candidaturas aprovadas ou em fase de decisão na tipologia de investimento “Internacionalização das PME” identificada na alínea a) do n.º 1 do artigo 40.º do RECI, incluindo candidaturas anteriormente aprovadas no Vale Internacionalização.

 

– Não ter iniciado o seu processo de internacionalização ou, tendo já iniciado, não registar atividade exportadora nos últimos 12 meses em relação à data da candidatura. – Comprometer-se a apresentar informação, avaliando o serviço prestado pela respetiva entidade acreditada.

 

– Ter data de candidatura anterior à data de início dos trabalhos, considerando para o efeito como início dos trabalhos quer o início dos trabalhos de construção relacionados com o investimento, quer o primeiro compromisso firme de encomenda de equipamentos ou qualquer outro compromisso que torne o investimento irreversível, consoante o que acontecer primeiro. A compra de terrenos e os trabalhos preparatórios, como a obtenção de licenças e a realização de estudos de viabilidade, não são considerados início dos trabalhos, conforme refere o n.º 23 do artigo 2.º do Regulamento (UE) n.º 651/2014, de 16 de junho, não sendo admitidos quaisquer adiantamentos para sinalização.

Regiões NUTS II (Norte, Centro, Alentejo e Algarve): – Taxa base máxima de incentivo de 75% Região NUTS II Lisboa – Taxa base máxima de incentivo de 40%

Incentivo não reembolsável nas condições estabelecidas no artigo 49.º do RECI.

Cada candidato apenas pode apresentar uma candidatura.

4,75 M€ FEDER

De 23/06/2017 a 15/09/2017

Aviso N.º 17/SI/2017

Referência Balcão 2020 | SI-52-2017-16

Conheça o Aviso aqui.

Estágios Profissionais

Os períodos de candidatura do ano de 2017, no âmbito da medida Estágios Profissionais, tinham sido anunciados como tendo as seguintes datas indicativas: primeiro período, com abertura a 16 de maio e encerramento a 16 de junho; segundo período com abertura em agosto e um terceiro período com abertura em dezembro.

Considerando que através de deliberação de 30 de maio, o Conselho Diretivo do IEFP determinou a prorrogação do primeiro período de candidaturas até às 18 horas do dia 31 de julho de 2017, considerou-se desejável efetuar um reajustamento do calendário inicialmente previsto.

Nestes termos, o Conselho Diretivo do IEFP deliberou que o calendário de candidaturas em 2017 passa a ter apenas dois períodos, composto pelo que está a decorrer e por um segundo período de candidaturas que irá decorrer entre as 9h00 do dia 15 de novembro até às 18h00 do dia 31 de dezembro de 2017.

Assim, as entidades que pretendam apresentar a candidatura destinadas a estágios profissionais com início ainda no ano em curso, devem formalizar esse procedimento no âmbito do processo de candidatura que está a decorrer.

A medida Estágios Profissionais visa apoiar a realização de estágios profissionais por desempregados inscritos no IEFP, contribuindo, nomeadamente, para apoiar a inserção de jovens no mercado de trabalho e a reconversão profissional de desempregados através de uma experiência prática em contexto de trabalho.

A candidatura à medida é efetuada pela entidade, no portal NetEmprego, na área pessoal de cada entidade, devendo ser efetuado o registo prévio, caso ainda não esteja registada.

Durante o período de candidatura será também possível formalizar o pedido de Prémio ao Emprego, apoiando a celebração de contratos de trabalho sem termo, com ex-estagiários.

Antes de se candidatar, consulte o regulamento e verifique as regras de acesso a esta medida.

Mais informações e esclarecimentos podem ser obtidos através do Centro de Contacto, disponível todos os dias úteis das 8h00 às 20h00, telefone: 300 010 001.